topo_somafertil

topo_nutroeste
--
prop_bioboi

radio-rural


planetafaminto


codigo-florestal

PostHeaderIcon Notícias

NOTÍCIAS... 

ESTADOS UNIDOS E BRASIL UNIDOS   -   Há quatro anos, Brasil e Índia detêm acordo sanitário para exportações de carne de frango brasileiro para aquele país.
Entretanto, a tarifa imposta pelo governo indiano, de 100%, inviabiliza as exportações para o destino.
A mesma situação ocorre com as exportações norte-americanas.
De acordo com o presidente executivo da UBABEF, Francisco Turra, o setor exportador do Brasil e dos EUA tem grande expectativa sobre a abertura do mercado indiano, que ainda detém um baixo consumo per capta da carne avícola, com menos de 2 Kg per capita/ano.
Para se ter uma ideia, no Brasil , este consumo é de 47 Kg per capita/ano.
O presidente da Ubabef, Francisco Turra tem feito várias incursões para tentar reverter a situação deste mercado.
Agora o momento é unir forças com as agroindústrias dos Estados Unidos para vencer esse entrave.
Além disso, estamos insistindo para o governo brasileiro intervir nesta questão.
Há boas expectativas sobre o crescimento de consumo de cárneos na Índia, e as agroindústrias exportadoras têm intenção de estabelecer parcerias que favoreçam também as empresas indianas, como joint ventures e outros.
A Ubabef e a entidade norte americana USA Poultry & Egg Export Council (USAPEEC), participaram de uma reunião com grupos de industriais indianos para tentar reverter a taxação de 100% nas importaçãos de carne de frango. Portal do Agronegócio

GOVERNO AUTORIZA VENDA    -   O governo federal autorizou a ampliação da compra mensal, por produtor, de seis toneladas (t) de milho para 27 (t), através da venda direta, denominada Venda Balcão.
No caso das cooperativas, a cota passou 6 mil para 27 mil toneladas.
Em ambos os casos, a operacionalização se dará pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), até o limite de 200 mil toneladas.
As autorizações foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU).
A Portaria Interministerial nº 424 incluiu também, entre os beneficiários, a bovinocultura de corte.
As medidas são uma forma de o governo abastecer o mercado, com carência do produto, e atender ao setor que enfrenta dificuldades devido à quebra da safra por conta da seca no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina.
Os beneficiados com a medida são avicultores, suinocultores e bovinocultores de leite e de corte, além das cooperativas detentoras de Declaração de Aptidão ao Programa Nacional de Agricultura Familiar Jurídica (DAP Jurídica).
O produto será vendido a R$ 21,00 a saca de 60kg.
O Mapa informa, em comum acordo com os ministérios da Fazenda e do Planejamento, que a quantidade de 200 mil toneladas de milho estimada para a Venda Balcão poderá ser ampliada à medida que houver necessidade.
A medida é um esforço do governo para garantir o abastecimento do produto no mercado. Trata-se de uma forma de amparar o produtor e a cadeia produtiva do milho.  MAPA

CAFÉ BRASILEIRO EM OUTROS PAÍSES   -   Os mercados russo e alemão estão se ampliando para o café brasileiro, que ganha espaço de países produtores como Índia, Vietnã e de algumas regiões africanas.
O movimento enquadra-se num contexto de demanda aquecida e baixos estoques mundiais, fatores que elevam e sustentam os preços da commodity.
No Brasil, os cafeicultores são favorecidos também pelo câmbio (dólar acima de R$ 1,90).
O mês de maio marca o início da colheita nas principais regiões brasileiras.
A safra de 2012/2013 (safra cheia) deve bater recorde, com 50,5 milhões de toneladas colhidas, ou 16% a mais do que no ano passado, de acordo com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).
Contudo, especialistas afirmam que a oferta maior não irá derrubar os preços internacionais.
O consumo mundial deve seguir em alta, com uma produção global que pode não acompanhar o mesmo ritmo", diz a pesquisadora Caroline Lorenzi, do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).
O café arábica estava cotado, na semana passada, a R$ 388 a saca, na produção paulista, segundo o Cepea.
O Sindicato da Indústria de Café do Estado de São Paulo (Sindicafé-SP), atenta para a questão cambial: uma valorização de 17% do dólar ante o real, transferiu-se isso para o café.
O produtor está sendo mais bem remunerado.
A venda de variedades especiais é outro fator de valorização do café brasileiro.
O mundo continua demandando café, e café de alta qualidade, o que beneficia o Brasil. DCI

MAIS TECNOLOGIA MAIS PRODUTIVIDADE   -   A produção brasileira tem se superado a cada ano, com tecnologias, variedades novas, adensamento de plantio... o conilon alcançou níveis de produção muito elevados, e já há cafés rendendo 80 sacas por hectare.
Hoje já se têm cafezais com cinco ou seis mil pés plantados por hectare - algo inimaginável nos anos '70, quando se plantava cerca de 1,5 mil mudas por unidade.
Outro exemplo: conilons hiperprodutivos (cinco sacas/ha) no Espírito Santo. "Especialmente nos últimos cinco anos conseguiram-se resultados excelentes.
O fator irrigação é destaque: a técnica cresceu "muito", na última década, na mogiana paulista e no cerrado mineiro.
Os produtores ligados à Cooperativa Agropecuária Centro Serrana (Coopeavi), no Espírito Santo, querem provar que o conilon, a exemplo do arábica fino, também pode ser considerado especial.
O descascamento do café e a seleção manual dos frutos permitiram à cooperativa explorar novos mercados, na Rússia e na Alemanha - e no Brasil -, com ganhos de 20% sobre o valor do grão.
A Coopeavi está negociando os cafés a R$ 350 (arábica), R$ 245 (conilon) e R$ 275 (cereja-descascada ou "conilon especial").
Há um consenso, por parte dos produtores, de produzir o café cereja-descascada.
Há procura maior pelos cafés especiais, o consumidor tem assimilado bem a qualidade.
O cafeicultor capixaba, na produção do cereja-descascada (colheita manual e seletiva), tem um "ganho real".
Por alguns motivos, economiza-se espaço ("ao tirar a casca") e o tempo para secar os grãos fica menor.
Além de tudo, os mercados interno e externo pagam mais pelo produto. "
A Rússia e a Alemanha são mercados que, até então, preferiam receber produtos da Índia e da África, que produzem o melhor conilon.
Em 2011, a Coopeavi enviou dez contêineres (192 toneladas, no total) aos dois países.
Neste ano, já fez outros dois embarques (somando 39,4 toneladas) e recebeu oito encomendas, de 19,2 toneladas cada.
O preço do café cereja-descascada, destinado ao estrangeiro, atualmente fica entre US$ 155 e US$ 170, de acordo com o gerente da cooperativa.
O preço final das exportações traz exatamente a margem de 20% [sobre o valor do conilon tradicional] que tentamos agregar ao produto.
O produtor tem um ganho real. DCI

ETANOL E AÇÚCAR AMEAÇADOS   -   A seca e as fracas produtividades da cana reduziram as previsões de produção de açúcar e das exportações do Brasil na safra 2012/13 da região centro-sul, segundo a consultoria Datagro.
Na conferência anual da Organização Internacional do Açúcar/Datagro que a produção de açúcar da região centro-sul do Brasil deve atingir 32,71 milhões de toneladas em 2012/13, uma queda de 3,45 por cento em relação à previsão de março, que havia ficado em 33,88 milhões de toneladas.
Mesmo assim, a produção ainda cresceria 4,6 por cento sobre as 31,2 milhões de toneladas de açúcar em 2011/12.
O volume de açúcar exportável do Brasil estaria em 22,83 milhões de toneladas na safra 2012/13, queda de 3,26 por cento ante a previsão da Datagro de março, que foi de 23,6 milhões.
A nova previsão ainda está acima das exportações da temporada 2011/12, de 21,69 milhões de toneladas.
O presidente da Datagro alertou que um maior enfraquecimento dos preços mundiais do açúcar pode levar a cortes maiores na produção, com os produtores destinando mais cana para a fabricação de etanol.
Desta forma, poderia haver redução das projeções de excedente de açúcar em vários milhões de toneladas para 2012/13.
"Se os preços do açúcar enfraquecerem... os produtores brasileiros podem optar por produzir mais etanol.
A produção de etanol do centro-sul atualmente está estimada em 20,54 bilhões de litros, uma queda ante os mais de 21 bilhões de litros da previsão de março e ligeiramente abaixo dos 20,6 bilhões de litros produzidos em 2011/12.
A seca e os rendimentos mais baixos fizeram com que a safra de cana na região centro-sul do maior produtor mundial de açúcar sofresse a primeira queda na produção em 11 anos, na temporada passada. Reuters

BOI CAI MAIS NO BRASIL   -   Em relatório da ICAP Corretora, pode-se observar o preço do boi gordo dos principais países produtores nos últimos 30 dias.
As maiores quedas ocorreram no Brasil, chegando a mais de 11% em Porto Alegre, RS.
No dia 17/abr o quilo da carcaça estava US$ 3,42 e no dia 15/mai chegou a US$ 3,03.
Em São Paulo o valor caiu 10,4%, saindo de US$ 3,55 para US$ 3,18 no mesmo período.
Também houve queda em Campo Grande de 9,8%, de US$ 3,27 para US$ 2,95.
Na América do Sul houve valorização somente no boi gordo da Argentina destinado para o mercado interno, sendo cotado a US$ 4,05/kg de carcaça (+3,1%) e no Paraguai, subindo 0,9% e chegando e US$ 2,81.
Nos EUA, Austrália e Europa também houve queda de 1,9%, 6,7% e 1,6% respectivamente, chegando aos valores de US$ 4,23, US$ 3,21 e US$ 5,05/kg de carcaça. ICAP Corretora - / Beefpoint

AUMENTA PREÇO DA TERRA   -   O preço das terras cultiváveis no Meio-Oeste dos Estados Unidos voltou a subir no primeiro trimestre, impulsionado por elevados preços agrícolas e porque a seca perdeu força em alguns Estados.
As cotações de milho, trigo e soja incentivaram um crescimento da economia agrícola no país, estimulando a demanda, que envolve desde fertilizantes até máquinas agrícolas.
Taxas de juro menores também influenciam na valorização das terras, reduzindo o custo de empréstimos para compras.
No coração do Cinturão do Milho, o preço das terras subiu 19% no trimestre em relação ao mesmo período do ano anterior, informou o Federal Reserve (Fed, banco central dos Estados Unidos) de Chicago.
Em relação ao último trimestre de 2011, o crescimento foi de 5%.
Em relatório separado, o Fed de Kansas City mostrou aumentos ainda maiores para terras não irrigadas no distrito, que inclui a maior parte da regiões central e sul das Grandes Planícies.
O preço saltou 25% ante o mesmo período de 2011 e 8% na comparação com o trimestre anterior.
Os valores das terras agrícolas foram influenciados pelo aumento na produção de energia em Estados como Oklahoma e Kansas, que impulsionou a receita proveniente dos arrendamentos de terras para produção de minerais.
Já o preço das terras irrigadas, que predominam nas Grandes Planícies por conta do clima mais seco, cresceu 30% em relação ao mesmo período do ano passado.
A amenização das condições de seca na região, onde os solos foram danificados em 2011, também ajudou a valorizar as terras.
A alta das terras tem incentivado discussões sobre riscos de haver bolha nos preços.
Economistas dizem, no entanto, que os produtores estão pouco endividados e podem resistir à depreciação das terras. Agência Estado

PRODUÇÃO DE CARNES DEVE AUMENTAR   -   Impulsionado exclusivamente por ganhos de produção de aves e suínos, a produção mundial de carne deve aumentar cerca de 2%, para 302 milhões de toneladas, em 2012.
Já  produção mundial de carne bovina está prevista para 67,5 milhões de toneladas em 2012.
A maioria do crescimento do setor se originará dos países em desenvolvimento.
Para os países desenvolvidos é previsto pelo segundo ano consecutivo a queda nos lucros devido aos custos de produção elevados, da estagnação do consumo de carne nacional e da forte concorrência de países em desenvolvimento.
Devido a limitação dos países desenvolvidos, está se observando uma mudança nas quotas de mercados internacionais para países em desenvolvimento, em particular Brasil e Índia.
O progresso dos países em desenvolvimento é compensado pela contração da produção em países desenvolvidos.
Grande parte do aumento é esperado na Ásia, América Latina e Caribe, com alguns ganhos também previsto na Oceania. Fonte: FAO

MAIS UMA NO BRASIL   -   A canadense Agrium, uma das maiores empresas de fertilizantes no mundo, país.
Foi finalizado no início de abril o processo de compra da Utilfertil Fertilizantes, empresa misturadora de adubos com sede em Itapetininga (SP).
A companhia tem planos de adquirir outras empresas brasileiras, principalmente com atuação regional.
E não afasta a possibilidade de construir uma fábrica no país.
Com a filosofia "desde a mina até o cliente final", a Agrium respondia como Cominco Fertilizers até os anos de 1990.
A empresa, que também mantém operações nas áreas de defensivos e sementes, cresceu em três unidades de negócios: varejo, com vendas diretas aos produtores, comercialização por atacado (produção e distribuição de fertilizantes e outros produtos) e produção de uma linha de fertilizantes especiais.
Ao longo dos anos, adquiriu várias empresas.
Uma das mais recentes aquisições foi a compra da AWB, da Austrália, em 2010.
Em menor escala, no mesmo ano, comprou a rede de distribuição de varejo da DuPont na Argentina, o que permitiu o crescimento da operação no país.
A companhia canadense, que registrou receita bruta de US$ 15,4 bilhões no ano passado, informa em seu relatório de 2011 que completou a aquisição de 32 unidades de varejo que representam US$ 210 milhões em vendas anuais adicionais; a compra da americana Tetra Micronutrientes, das europeias Cerealtoscana e Agroport, além da Evergro Canadá, líder em distribuição de produtos para horticultura no oeste canadense.
A Agrium considera que o mercado brasileiro de fertilizantes cresce a uma taxa média de 5% ao ano, com muitas regiões para desenvolver.
Por isso, a entrada no país foi muito bem arquitetada. Valor Economico

SALDO POSITIVO NA BALANÇA BRASILEIRA   -   Nos quatro primeiros meses de 2012, as exportações do agronegócio totalizaram US$ 26 bilhões, um crescimento de 2,5% em relação ao mesmo período de 2011.
Já as importações tiveram incremento de 3%, atingindo a cifra de US$ 5,6 bilhões.
O saldo comercial dos produtos do agronegócio considerados no agrupamento ampliou-se de US$ 20,349 bilhões para US$ 20,835 bilhões.
Os dados divulgados pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), mostram que o crescimento das exportações no primeiro quadrimestre do ano ocorreu, principalmente, em função do bom desempenho das vendas externas do complexo soja.
As exportações do setor subiram de US$ 6 bilhões nos primeiros quatro meses de 2011 para US$ 8 bilhões no mesmo período de 2012, uma elevação de 27%.
O destaque para o cenário positivo do agronegócio brasileiro,  levou em conta o aumento na quantidade exportada, no período, dos três produtos do setor: soja em grão (36%); farelo de soja (8%) e óleo de soja (20%).
No primeiro quadrimestre os preços médios de exportação da soja em grão continuaram elevados, chegando a US$ 489 por tonelada.
Na análise das exportações por países, cabe destacar o aumento das vendas para a China (36%); Hong Kong (30%); Emirados Árabes Unidos (42%); Tailândia (35%) e Índia (138%).
Chamou atenção a elevação das vendas à China em 36%, resultado que elevou a participação do país de 14% para 18,6% no valor total exportado pelo Brasil. MAPA

EUA DEVEM BATER RECORDE   -   Uma safra recorde de milho dos Estados Unidos vai inundar o mercado com o grão neste temporada e ocasionar os maiores estoques finais em sete anos, enquanto os estoques de soja vão cair de maneira acentuada para praticamente o suprimento de duas semanas, disse o governo em sua primeira projeção para a colheita deste ano.
O clima ameno e uma temporada de plantio antecipado vai resultar numa safra norte-americana maior que a esperada -- um recorde de 375,7 milhões de toneladas, 13 por cento acima do atual recorde, a terceira maior da história.
Mesmo com o aumento no consumo de milho, os estoques finais vão mais do que dobrar, a maior passagem de safra desde 2005/06.
O número estaria 10 por cento maior do que traders estimavam.
O departamento americano  disse também que a oferta de soja deve diminuir, devido a uma grande exportação e demanda doméstica, com estoques finais reduzidos a 3,95 milhões de toneladas, equivalente a pouco mais do suprimento de duas semanas, com uma relação entre estoques e uso "numa baixa histórica de 4,4 por cento".
Traders esperavam que os estoques finais do período 2012/23 fosse de 4,46 milhões de toneladas.
A produção mundial de soja deve atingir 271,4 milhões de toneladas, um aumento de 15 por cento em relação a este ano com a expectaviva de que a América do Sul se recupere do atual período de seca, de acordo com a projeção do governo norte-americano.
O Brasil deve colher um recorde de 78 milhões de toneladas a Argentina 55 milhões de toneladas. Reuters

CAI PRODUÇÃO NA ARGENTINA   -   Agricultores argentinos registraram rendimentos 22,6 por cento inferiores aos previstos anteriormente para a soja do ciclo 2011/12, cuja colheita está avançada, depois de uma grave estiagem que prejudicou as lavouras.
A falta de chuvas, provocada pelo fenômeno climático La Niña, foi um grande baque para um dos maiores produtores mundiais de alimentos, que tem na soja sua principal cultura e que a exporta em forma de grãos e de derivados, como óleo e biodiesel.
Sobre um total de 1,4 milhões de hectares plantados nos campos da (associação de produtores) CREA, foi verificada uma perda de rendimento de 22,6 por cento entre o estimado no momento do plantio e o que foi constatado no momento da colheita.
O Ministério da Agricultura da Argentina estimou que a produção de soja para a safra 2011/12 será de 42,9 milhões de toneladas, um volume muito abaixo dos mais de 50 milhões previstos antes da seca de dezembro e janeiro.
Segundo a CREA, a queda de rendimentos não foi homogênea: o clima adverso assolou com maior força o norte e o noroeste do país.
Nas províncias de baixa relevância para a atual safra, como Tucumán e Salta, houve rendimentos de 1,2 toneladas por hectare, 60 por cento menos que o nível histórico de 3 toneladas.
Por outro lado, o sudeste da província de Buenos Aires, a principal produtora de soja na Argentina, teve produtividade entre cinco e 30 por cento abaixo do previsto. Reuters

PRODUÇÃO DE CARNE DEVE CAIR   -    A produção de carne deve declinar na América do Norte e na Europa.
Na Ásia, é esperado um aumento da produção da Índia, devido a habilitação de três novos frigoríficos para exportação.
Na América Latina está sendo previsto um aumento na produção principalmente devido a recuperação do Brasil.
Na Argentina, apesar do fechamento de quase um quarto de suas plantas e de três anos de queda no número de bovinos abatidos, a forte seca levou a um aumento de quase 3% no volume de abates do país.
No Uruguai, a falta de novilhos fará com que seja o menor número de abates em quatro anos.
Quanto ao Paraguai, a ocorrência de febre aftosa no ano passado ainda afeta a comercialização de carnes no país.
Entre os países desenvolvidos, devido a um inverno ameno no Canadá e condições favoráveis ??de pastagem na Austrália e Nova Zelândia espera-se um aumento no peso de carcaça e por consequência um aumento na produção de carnes.
Por outro lado, uma década de políticas para induzir a diminuição de bovinos na UE, somado a pior seca registrada nos Estados Unidos, estima-se uma redução na produção dos países desenvolvidos em cerca de 2% por cento, alcançando um volume de 29,4 milhões de toneladas. Fonte: FAO

PRODUÇÃO DE GRÃOS DEVE CRESCER     -   A produção nacional de grãos da safra 2011/2012 deve chegar a 160,06 milhões de toneladas, 1,7% inferior à obtida na safra 2010/2011, quando atingiu 162,80 milhões de toneladas.
Esse resultado representa uma redução de 2,74 milhões de toneladas, segundo estimativas da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).
A projeção de área plantada é de 52,06 milhões de hectares, 3,6% maior do que a cultivada na safra 2010/11, de 49,80 milhões de hectares.
Isso representa um aumento de 1,81 milhões de hectares, de acordo com os dados do oitavo balanço da safra 2011/12.
As maiores reduções foram verificadas na soja, que apresentou queda de 8,64 milhões de toneladas, e no arroz, cuja retração foi de 1,81 milhão de toneladas.
O recuo se deve, principalmente, às condições climáticas não favoráveis, principalmente no período entre 15 de novembro/2011 e 15 de janeiro/2012, que afetaram mais as lavouras de milho e de soja, sobretudo nos estados da região Sul, parte da Sudeste e no sudoeste de Mato Grosso do Sul.
Em compensação, para o milho segunda safra, a previsão indica crescimento de 40,5%, equivalente a 8,70 milhões de toneladas.
Entre as principais culturas de verão, as de milho primeira e segunda safras e soja apresentam crescimento, com destaque para o milho segunda safra, que cresceu 21,7% ou 1,280 milhão de ha, seguido da soja, com ganho de 3,5% (9 mil ha) e do milho primeira safra, com ganho de 4,6% ou seja, de mais 366 mil ha. Agência Brasil / MAPA

BRASIL É O MAIOR CONSUMIDOR   -   O diretor da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), José Agenor Álvares da Silva, afirmou que o País é responsável por 1/5 do consumo mundial de agrotóxicos.
O Brasil usa 19% de todos os defensivos agrícolas produzidos no mundo; os Estados Unidos, 17%; e o restante dos países, 64%.
Segundo pesquisa da Anvisa o uso desses produtos cresceu 93% entre 2000 e 2010 em todo o mundo, mas no Brasil o percentual foi muito superior (190%).
Segundo o diretor da Anvisa, existem atualmente no País 130 empresas produtoras de defensivos agrícolas, que fabricam 2.400 tipos diferentes de produtos.
Em 2010, foram vendidas 936 mil toneladas de agrotóxicos, negócio que movimenta US$ 7,3 bilhões. Agência Câmara

PRAZO TERMINA DIA 22   -   O prazo para produtores rurais pessoa física recolherem a contribuição sindical rural 2012 termina em 22 de maio. Tire suas dúvidas sobre o assunto.
A contribuição sindical rural é cobrada de todos os produtores rurais - pessoa física ou jurídica - conforme estabelece o Decreto-Lei nº 1.166, de 15 de abril de 1971, que dispõe sobre o enquadramento e contribuição sindical, com redação dada pelo artigo 5º da Lei 9.701, de 18 de novembro de 1998:
Empresário ou empregador rural:
Pessoa física ou jurídica que, tendo empregado, empreende a qualquer título, atividade econômica rural;

• Quem, proprietário ou não, e mesmo sem empregado, em regime de economia familiar, explore imóvel rural que lhe absorva toda a força de trabalho e lhe garanta a subsistência e progresso social e econômico em área superior a dois módulos rurais da respectiva região;

• Os proprietários rurais de mais de um imóvel rural, desde que a soma de suas áreas seja superior a dois módulos rurais da respectiva região.
O lançamento da contribuição sindical rural é feito anualmente.
A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), por meio das Federações dos Estados, envia ao produtor rural a guia de recolhimento, já preenchida, com o valor da sua contribuição. Até a data do vencimento, você poderá pagá-la em qualquer agência bancária.
Depois dessa data, deverá procurar uma das agências do Banco do Brasil para fazer o pagamento, no prazo máximo de até 90 dias após o vencimento.
Para as pessoas jurídicas, o vencimento é dia 31/01 e para pessoas físicas, em 22/05.
O proprietário rural que, por qualquer motivo, não recebeu a sua guia de recolhimento do exercício, deve primeiramente retirar a sua guia no site www.canaldoprodutor.com.br, ou procurar o Sindicato Rural do Município ou a Federação da Agricultura do Estado onde reside munido da cópia do Documento de Informação e Apuração do Imposto Territorial Rural (DIAT), a fim de que sejam adotadas as providências para a emissão de nova guia.
Não pagamento - O sistema sindical promoverá a cobrança judicial. Sem comprovante de pagamento da contribuição sindical rural, o produtor rural - pessoa física ou jurídica:

• I - não poderá participar de processo licitatório;

• II - não obterá registro ou licença para funcionamento ou renovação de atividades para os estabelecimentos agropecuários;

Se o pagamento for feito após a data de vencimento, terá multa de 10% nos primeiros 30 dias, mais um adicional de 2% por mês subseqüente de atraso; juros de mora de 1% ao mês e atualização monetária, conforme artigo 600 da CLT. CNA

CAI FUNRURAL  NO  MATO GROSSO   -   O Tribunal Regional Federal (TRF) da 1ª Região  deu ganho de causa ao Recurso de Apelação da Aprosoja, que questionava a constitucionalidade da cobrança do Fundo de Assistência ao Produtor Rural (Funrural).
O TRF ainda determinou a restituição dos valores pagos a partir de 2005.
Segundo o presidente da Aprosoja, Carlos Fávaro, é uma vitória para a entidade e para todos os produtores rurais.
A decisão é de mérito e, portanto, só pode ser modificada pelo Supremo Tribunal Federal.
Com essa decisão, os produtores associados à Aprosoja não terão descontados os 2,1% incidentes sobre o valor bruto da comercialização de seu produto no momento da venda de sua safra e ainda podem solicitar ao governo o ressarcimento do que já foi pago.
A Aprosoja já vem lutando por esta decisão há alguns anos.
Em 2010, o Supremo Tribunal Federal reconheceu a inconstitucionalidade da cobrança desta contribuição social, mas a decisão somente produziu efeitos para as partes daquele processo (produtores rurais do Paraná).
Com isso, a entidade entendeu que seria o momento de ajuizar uma ação própria com pedido de liminar, tendo como objetivo a possibilidade do produtor associado deixar de pagar a contribuição.
A liminar foi concedida e, mais tarde, caçada e julgada improcedente em primeira instância.
O departamento jurídico da entidade recorreu dessa decisão ao Tribunal Regional Federal da 1ª Região, em Brasília.
Agora, aguarda a publicação do acórdão para indicar uma ação aos produtores rurais associados.
O Funrural é uma contribuição social destinada a custear a seguridade (INSS) geral. Este tributo é cobrado sobre o resultado bruto da comercialização rural e descontado, pelo adquirente da produção, no momento da comercialização. APROSOJA

EMBRAPA CERRADOS TEM A SOLUÇÃO   -   A partir de agora, a Embrapa Cerrados, unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária -Embrapa, conta com os experimentos do projeto Aquaripária, que testa os métodos de restauração ecológica de zonas ripárias (matas de galeria e ciliares) e busca propor alternativas sustentáveis para o desenvolvimento do bioma Cerrado.
Esses experimentos foram plantados com espécies nativas usando diversos métodos de restauração ecológica e instalados nas cabeceiras das bacias dos rios São Francisco e Paraná.
A metodologia aplicada nessas áreas poderá ser replicada e servir de base para outros projetos.
Os estudos nesses locais vão desde o processo de recuperação das matas ripárias, até sua influência na qualidade das águas dos rios. As matas ripárias são importantes tanto para a conservação da qualidade da água, quanto para a preservação da biodiversidade aquática e terrestre.
As principais causas de degradação dessas matas são o desmatamento vinculado às ações de agricultores, pecuaristas, mineradores e madeireiros, assim como a expansão das áreas urbanas, a extração de areias nos rios, instalação dos empreendimentos turísticos mal planejados, dentre outras.
A líder do projeto, Lidiamar Albuquerque, pesquisadora da Embrapa Cerrados,disse que o objetivo é propor métodos mais viáveis economicamente e que permitam melhorar a saúde dos ecossistemas aquáticos e terrestres e de sua biodiversidade.
A expectativa futura da ação é a criação de um programa de recuperação continuada nas bacias hidrográficas estudadas, com a meta de usar essas metodologias em larga escala. “Esse projeto é muito representativo quando tratados do conhecimento científico para a estratégia de recomposição, recuperação e restauração de nossos ecossistemas.
Por meio dele, esperamos subsidiar os comitês gestores sobre estratégias de conservação das matas ripárias nas bacias hidrográficas brasileiras. Embrapa Cerrados


PREJUÍZO  PODE CHEGAR A R$ 1 BILHÃO   -   Os prejuízos contabilizados nas lavouras de soja nesta safra (2011/12), em Mato Grosso, por conta da ferrugem asiática, podem chegar até a R$ 1 bilhão.
O avanço da doença no Estado e as alternativas para o combate foram amplamente debatidos durante o Circuito Aprosoja.
A região foi uma das mais afetadas pelo fungo que ataca as lavouras e impacta no desenvolvimento das plantas, reduzindo a produtividade.
Os problemas associados à doença e ao clima contribuíram para baixar a produção da safra 2011/12, antes estimada pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) em 22 milhões de toneladas e que se confirmou em 21,3 milhões de toneladas.
O impacto da ferrugem sobre a produtividade - que é o resultado final do que o agricultor colhe por hectare plantado – deixou como saldo uma média de aproximadamente 3.000 kg por hectare ou 50 sacas por hectare.
Na safra passada, os agricultores de Mato Grosso obtiveram uma produtividade média de 53 sacas por hectare.
A produtividade nas lavouras da região norte reduziu em mais de 10% se comparado à safra passada.
O Mato Grosso perdeu  de sete a dez sacas por hectare na região.
A severidade da ferrugem asiática nas lavouras de Mato Grosso só tinha sido vista assim no início dos anos de 2000.
As perdas são calculadas em cima do que o agricultor deixou de colher e com os custos redobrados para aplicação de fungicidas.
Estima-se que nos últimos dez anos, desde a chegada da doença fúngica ao Brasil até agora, as perdas relativas à doença somam US$ 19,7 bilhões, dos quais US$ 8 bilhões contabilizados em Mato Grosso. Diário de Cuiabá

COOPERATIVISMO SERÁ  TEMA DA REUNIÃO   -   Durante reunião preparatória para a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20), na sede da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York, que se realizou entre os dias os dias 30 de abril e 4 de maio, o Brasil apresentou contribuições para os debates sobre agricultura sustentável.
Entre as propostas, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) contou com o apoio de 131 países para inserir o cooperativismo entre os temas no rascunho do documento base da Rio+20, apelidado de Draft Zero.
O Brasil negociou a discussão do cooperativismo na conferência, com enfoque na produção agropecuária sustentável, por meio do Grupo dos 77 países mais a China, que conta com a adesão de nações como Índia e Argentina, além de todas as nações do continente africano.
Apesar de 2012 ser considerado pela ONU como o Ano Internacional do Cooperativismo, o tema não estava previsto nas discussões internacionais da Rio+20, que acontece entre os dias 13 e 22 de junho deste ano, no Rio de Janeiro.
A participação do Mapa na ONU foi uma reivindicação do setor agropecuário brasileiro.
O setor privado contribuiu para aprimorar o texto do Draft Zero que trata sobre a produção agropecuária.
É reconhecida a vital harmonia que deve existir entre as dimensões da sustentabilidade: social, econômica e ambiental.
O Grupo dos 77 países mais a China foi criado em 1964 como um fórum de coordenação para os países em desenvolvimento, contando inicialmente com 77 signatários.
Atualmente, o grupo conta com a adesão de 132 nações, incluindo o Brasil – que representam dois terços da ONU.
O objetivo é articular a promoção de interesses econômicos e comerciais desses países. MAPA

MÃO – DE – OBRA É A MAIS PREOCUPANTE   -   A preocupação com a mão de obra chegou ao topo da lista de temores dos executivos que comandam grandes empresas brasileiras, presentes à cerimônia de entrega da 12ª edição do prêmio Executivo de Valor, ontem em São Paulo.
Em uma lista de seis itens de "preocupações imediatas" - demanda fraca, mão de obra, inflação, câmbio, custo do crédito e inadimplência dos clientes - a disponibilidade, o custo de pessoal e sua qualificação receberam as notas máximas (de oito a dez), seja na indústria, no varejo ou em serviços.
A nota para essa preocupação ficou acima da inflação, revertendo inquietações de 2011.
No ano passado, no mesmo evento, executivos relataram que "velhas" preocupações com aumento de custos de insumos haviam retornado para sua agenda.
Além da mão de obra, demanda fraca e câmbio apareceram como fortes preocupações de curto prazo.
Para esses itens, os temores foram mais fortes entre as companhias muito ligadas ao comércio exterior, mas também apareceram entre diferentes produtores de bens de consumo, como automóveis, vestuário e bebidas.
Não há "uma preocupação somente com qualificação, mas também com disponibilidade de mão de obra.
A disputa por funcionários acaba inflacionando os salários e, em alguns casos, as opções de contratação são muito poucas.
Nossa preocupação é ter pessoal preparado para garantir sucesso em um ambiente de crescimento, com aumento de demanda.
Essa preparação, salienta, também envolve a capacidade de gerar lideranças para guiar a empresa.
Laércio Cosentino, executivo-chefe da maior companhia de software de capital nacional, a Totvs. Ele disse que a formação de mão de obra no médio prazo é o principal motivo de preocupação da empresa que ele administra a Totvs.
O setor de tecnologia da informação demanda mão de obra em larga escala e a velocidade da formação de técnicos nos próximos anos será inferior à necessidade das empresas.
A mão de obra também está entre as maiores preocupações da farmacêutica francesa Sanofi-Aventis, controladora do laboratório Medley, maior de genéricos do Brasil.
No agronegócio, o presidente da JBS, Wesley Batista, também elencou mão de obra como sua principal inquietação. "Para fazer frente ao crescimento do Brasil, precisamos de mão de obra qualificada", sendo necessário maior "investimento em educação".
O presidente da BRF - Brasil Foods, José Antonio do Prado Fay, também relacionou a mão de obra como principal preocupação.
 "Trabalhamos em um setor em que a mão de obra é muito intensiva e temos dificuldade para contratar", disse ele, citando os cerca de 2 mil postos de trabalho abertos que a BRF não conseguiu preencher. Valor Economico

“BB” RENEGOCIA DÍVIDAS   -   O Banco do Brasil através das Gerências de Reestruturação de Ativos Operacionais do Estado de Goiás, apresentou uma nova proposta de renegociação de dívidas para os produtores rurais brasileiros, em específico do Estado de Goiás.
Segundo essa proposta, os produtores rurais passaram a contar, a partir da 2ª quinzena de abril, com novas condições para negociar suas dívidas vencidas até 30 de junho de 2011 no Banco do Brasil.
Entre as novas alternativas, destacam-se o recálculo das dívidas, com revisão dos encargos de inadimplemento; o alongamento do prazo de pagamento para até 10 anos, desde que 50% da dívida seja paga em até 5 anos; os encargos financeiros à base de TR mais sobretaxa, dependendo do percentual de entrada, além de vantagens adicionais para pagamento à vista.
Com a medida a instituição financeira busca fortalecer o relacionamento com segmento rural, contribuindo para a manutenção das atividades produtivas aos mais de 256 mil produtores rurais em todo o Brasil que regularizarem seus compromissos.
Podem entrar no programa de renegociação produtores rurais inadimplentes até 30/06/2011.
O valor da entrada mínima é de 10% do valor da dívida, porém entradas superiores a 20% do valor serão renegociadas com juros menores.
Para operações com entrada de 10% a 20% do valor da dívida: a taxa de juros será o Índice de reajuste da poupança – IRP + 1% ao mês;
já as operações com entrada superior a 20% do valor da dívida: a taxa de juros será o IRP + 0,75% ao mês;
O produtor deve procurar a agência bancária para operacionalizar a renegociação. Assessoria Banco do Brasil

AMÉRICA LATINA BATE RECORDE   -   O investimento estrangeiro direto (IED) na América Latina bateu recorde em 2011, atingindo US$ 153,4 bilhões, segundo relatório divulgado pela Cepal (Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe), órgão das Nações Unidas.
O grande volume de ativos multinacionais na região, a boa rentabilidade e o bom desempenho da economia explicam a alta, mas os dados sugerem que os investidores preferem aplicar seu dinheiro em países que, além do dinamismo da economia e de recursos naturais, oferecem estabilidade jurídica e macroeconômica. Valor Econômico

BRASIL É O DE MAIOR DESTAQUE   -   O Brasil tem se destacado mais que outros emergentes no cenário internacional porque, em economia, tamanho é documento.
Somos o 6º maior PIB, o 8º em consumo de petrólero, o 3º no mercado de computadores, o 5º na telefonia e o 4º do mundo em carros.
No entanto, o País não cresce num ritmo compatível com seu gigantismo por falta de investimentos.
A carga tributária vinha na faixa de 24% até 92, com inflação galopante.
A partir do Plano Real, ela começou a subir chegando a 37%.
Enquanto a carga tributária sobe, os investimentos em infraestrutura caem.
O Brasil gasta muito com Previdência e com o custeio da máquina, enquanto a infraestrutura se deteriora.
Gastamos 12% do PIB em aposentadoria, tendo 6% da população aposentada.
A Alemanha gasta 11% do PIB, tendo 20% de aposentados.
Enquanto os demais emergentes investem cerca de 28% do PIB em infraestrutura, o Brasil só destina 18% para esta áreas.
A dívida pública brasileira era de US$ 138,6 bilhões em 2003 e passou a US$ 76,7 bilhões em 2011.
No mesmo período, as reservas de dólares saltaram de US$ 15,9 bilhões para US$ 352,1 bilhões, graças ao setor rural.
Até o início da década passada, o Brasil tinha baixa capacidade de gerar dólares.
Toda vez que havia uma crise, o País era afetado porque não tinha dólares, mas devia em dólares.
Foi o agronegócio que, segundo ele, trouxe a moeda americana para dentro o País.
O governo brasileiro deveria ter isso como um foco.
Deveria ter uma política estratégica para sustentar a produção agrícola.
É lamentável que Embrapa, que foi ''fator crucial'' para o agronegócio brasileiro, esteja ''sendo deixada de lado'' pelo governo. Folha Web

LEITE CONTÉM MAIS DE 80% DE ÁGUA    -    Estudos indicam que em média, para cada litro de leite produzido, a vaca precisa ingerir de 2 a 4 litros de água e um litro de leite contém 87% de água, portanto garantir que o animal tenha acesso a água com quantidade e qualidade satisfatória torna-se extremamente necessário para se alcançar elevada produção leiteira.
Muitos produtores e técnicos se esforçam para garantir aos animais dietas balanceadas, com excelentes fontes de proteínas, energias, vitaminas etc... E acabam se esquecendo de garantir ao animal o nutriente mais importante que ele necessita para maximizar a produção de leite: a água.
A água é um nutriente extremamente importante e necessário.
Perde apenas para o oxigênio em escala de importância.
Ela participa de vários processos vitais como: transporte de nutrientes, controle da temperatura (por isso é muito importante em dias de elevadas temperaturas), solventes para transporte de excrementos e nutrientes e ainda manutenção do balanço de íons e fluídos.
Um animal pode perder 100% de sua gordura e 50% de sua proteína corporal e ainda consegue se manter vivo (por certo tempo), porém, a perda de 20% de água do seu corpo o leva à morte rapidamente. Rafaela Polycarpo / UNB

BRASIL PODE CRESCER MUITO SÓ COM MANEJO   -   Com um aumento de 40% na quantidade de animais por hectare de pastagem, a pecuária brasileira conseguiria liberar uma área equivalente àquela hoje ocupada pelas plantações de grãos no País.
As tecnologias já disponíveis são capazes de promover esse aumento de produtividade.
O Brasil tem hoje uma média de 0,97 unidade animal (ua) por hectare de pasto – uma ua equivale a 450 quilos de peso de animais.
Se essa média subisse para 1,4 ua, o que não é impossível, a pecuária liberaria 51,3 milhões de hectares.
Essa enorme área poderia ser usada para a expansão da agricultura, ou da própria pecuária.
O fato de a produtividade da pecuária ainda ter muito a crescer é vista como uma oportunidade, e não um problema.
Além de isso indicar grande potencial de crescimento, também representa potencial de tornar a pecuária mais sustentável.
Quando a pecuária produz mais no mesmo espaço, diminui a necessidade de abertura de novas áreas para produção.
A quantidade de animais por hectare não é o único indicador de produtividade da pecuária. Explica-se: com a mesma terra, pode-se produzir não apenas um número maior de bois, mas também pode-se engordá-los mais rapidamente e abatê-los com mais peso.
Nos últimos 50 anos, o rebanho bovino brasileiro cresceu em média 5,72% ao ano, enquanto o número de abates subiu em média 9,5% anuais e a produção de carne bovina avançou a 11,5% ao ano. “Cresceu o peso do animal no abate e a taxa de desfrute, que é o percentual do rebanho abatido todos os anos, por isso a carne deixou de ser um prato de luxo. Scot Consultoria - Gustavo Aguiar / Alcides Torres

PECUÁRIA GERA 7 MILHÕES DE EMPREGOS   -   A avaliação sobre negócios e oportunidades da atividade carne bovina que sempre teve papel fundamental no Brasil faz parte do estudo “Caminhos da Pecuária – Estratégias para a Cadeia Produtiva da Carne Bovina no Brasil”, que foi encomendado pela Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec) e elaborado por uma tripla parceria entre USP, Centro de Pesquisa e Projetos em Marketing e Estratégia (Markestrat) e Scot Consultoria.
Segundo o levantamento, a cadeia movimentou US$ 167,8 bilhões em 2010 (ano-base do estudo), somando-se todas as vendas realizadas – como insumos utilizados nas fazendas, cercas e medicamentos e animais vendidos aos frigoríficos – até chegar nas carnes e subprodutos comercializados pelas indústrias.
“É uma atividade que gera 7 milhões de empregos, US$ 16,5 bilhões de impostos agregados e faturamento de US$ 42 bilhões para os frigoríficos, dos quais 89% foram contabilizados no mercado interno e 11% com exportações”.
Mesmo que o principal mercado da indústria ainda seja o interno, que absorve 91% da produção nacional estimada em 9,17 milhões de toneladas – o segmento precisa intensificar o comércio Brasil afora, não apenas em emergentes tradicionais como Rússia e China.
Há forte ascensão no Egito, Irã, Malásia, Filipinas, entre outros”.
O relatório ressalta que o Brasil é atualmente o principal exportador de carne bovina do mundo, com 20% do mercado internacional e vendas que geraram faturamento de US$ 3,9 bilhões, resultado do comércio de 953 mil toneladas. Valor  Econômico

SÃO PAULO NA FRENTE   -   A liderança do estado de São Paulo na moagem de cana-de-açúcar na região Centro-Sul do País permanece longe de ser ameaçada por Minas Gerais (MG) e Goiás (GO), mas na safra 2011/2012 o peso dos paulistas diminuiu na fatia do bolo em razão da menor produtividade nos canaviais.
De acordo com levantamento realizado pela União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA), São Paulo representou 61,68% de toda a moagem na região, atingindo um total de 493.264 milhões de toneladas.
Na safra anterior, o estado moeu 64,55% do total.
Foram vários os fatores, já amplamente divulgados, que levaram a esta queda de dois pontos percentuais.
Estiagem prolongada nos meses de inverno, a ocorrência de geadas pontuais e uma série de outros fatores, como o florescimento inesperado da cana, que acabaram comprometendo a produtividade.
O levantamento, elaborado pela equipe técnica da UNICA em parceria com sindicatos dos estados do Centro-Sul considerou os dados referentes às unidades em operação nos Estados de São Paulo (SP), Minas Gerais (MG), Rio de Janeiro (RJ), Espírito Santo (ES), Paraná (PR), Mato Grosso (MT), Goiás (GO) e Mato Grosso do Sul (MS), que juntos são responsáveis por 70% da produção de açúcar e etanol do País.
De acordo com o levantamento, na safra 2011/2012 a produção de etanol hidratado e anidro no estado de São Paulo representou 56,45% do total da região Centro-Sul.
O Estado também produziu 21.068 milhões de toneladas de açúcar.
A UNICA estima que a moagem na safra 2012/2013 deverá atingir 509,00 milhões de toneladas no Centro-Sul do País, um crescimento de 3,19 % em relação ao total processado na safra 2011/2012.ÚNICA

RESÍDUOS  AGRÍCOLAS  GERAM  ENERGIA   -   Os resíduos secos do cultivo de cana-de-açúcar no Brasil poderiam gerar mais energia do que a potência instalada da Usina de Itaipu.
O uso desses resíduos poderiam gerar 16.464 megawatts por ano, segundo o  Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).
O levantamento mostra que, entre 13 culturas agrícolas pesquisadas, a cana-de-açúcar foi a que gerou maior volume de resíduos, 201 milhões de toneladas por ano, incluindo subprodutos como o bagaço que tem alto potencial energético e vinhaça com melhor aproveitamento como adubo na própria plantação.
O setor já é considerado autossuficiente em termos energéticos, atendendo a mais de 98% da sua própria demanda de energia.
Segundo o Ipea, ainda existe grande potencial para geração de excedentes energéticos que ainda é muito pouco utilizado.
Para viabilizar uma maior disponibilização dessa energia para a rede elétrica, entretanto, será necessário vencer várias barreiras de ordem técnica, econômica e regulatória, sendo necessários mais incentivos econômicos para motivar os investimentos do setor privado nessa área.
Além do potencial energético, a queima do bagaço também soluciona o problema de destinação desse resíduo, que é muito volumoso e de difícil transporte.
No total das 13 culturas pesquisadas pelo instituto, o volume de resíduos produzidos chegou a 291 milhões de toneladas por ano.
O Ipea analisou o potencial energético apenas dos cultivos secos, como o de cana-de-açúcar, milho e soja, desconsiderando as culturas de banana, laranja e uva.
Os resíduos da agricultura, pecuária e florestas também poderiam atender às necessidades de energia elétrica do setor e ainda ser comercializada no mercado.
De acordo com o levantamento, na pecuária, as criações de bovinos, suínos e aves geram cerca de 1,7 bilhão de toneladas de dejetos por ano.
Desse total, 365 milhões de toneladas de dejetos são produzidas a partir de criações confinadas, que poderiam virar energia reduzindo os impactos sobre o meio ambiente.
A criação de bovinos responde por quase 90% deste volume. IPEA

SOJA: GRÃO DE OURO   -   Com seus 40% de proteínas, 20% de lipídios, 5% de minerais e 34% de carboidrato, os alimentos a base de soja substituem refeições de pessoas com restrições alimentares, como alergia a laticínios, ou opcionais, como vegetarianismo.
Em forma de leite, sucos, carnes ou mesmo bolos, o resultado é nutritivo e saboroso.
Este é o alimento com maior teor de proteína entre os vegetais. Por isso, a soja é sim um ótimo substituto da carne
.
Somente a soja não compõe um alimento completo. “Uma alimentação saudável deve ser equilibrada e diversificada.
O ideal é buscar mais de uma fonte nutritiva
.
Não apenas para o homem, a soja também faz parte da alimentação de animais. Usado como complemento nutricional principalmente de bovinos, suínos e aves, ele pode ser encontrado na forma de grão in natura, na composição de rações industriais ou em farelo.
Do meio alimentar ao meio energético, a soja segue com seu papel principal em mais um palco: o de biocombustíveis.
Cerca de 85% das 2,5 toneladas do biodiesel produzido no Brasil é à base de soja.
Ela é a principal matéria-prima.
É a única planta no Brasil que consegue sustentar a produção nacional de biodiesel.
Após o esmagamento e extração do óleo, ele é misturado com um catalisador (no caso, é usado um álcool) e, após um processo químico, é adquirido glicerina e biodiesel.
O primeiro, a glicerina,  vai para fabricação de sabonetes e outros sabões, enquanto o segundo é usado na mistura com o diesel.
Castro ressalta que, assim como hoje, por muito tempo a soja será o principal ingrediente deste tipo de combustível.
Alimento e saúde para o homem, nutrição para o animal, biodiesel para os motores.
Esses três usos são os mais conhecidos, mesmo que nem sempre lembrados. Há quem pense que a soja só sirva para eles. Mas ela vai muito além.
Na China ela é conhecida como grão de ouro.  Portal Agrolink

SOJA: GRÃO DE OURO 1  -   Tintas gráficas, revestimentos, plásticos, lubrificantes e, veja só, cosméticos. Itens que fazem parte do dia a dia e não são lembrados, ou mesmo conhecidos, como produtos derivados da soja.
Entre os cosméticos, novamente a ação das isoflavonas. Presente em hidratantes, protetores solares e anti-rugas de diversas marcas pelo mundo, elas estão diariamente em contato direto com a pele de muitas mulheres.
As isoflavonas possuem propriedades capazes de diminuir o efeito que as alterações biológicas da mulher provocam na pele, atuando diretamente nas estruturas da derme, e proporcionando reequilíbrio e restauração à pele.
A Natura  começou a usar proteína de soja em produtos de maquiagem, como a Base Firmadora.
Hoje, ela faz parte da fórmula dos produtos da linha Chronos, anti-sinais destinado a mulheres de todas idades. “Lançado em 2008, o Politensor de Soja sempre foi um sucesso para a marca. É uma linha com forte aceitação no mercado
Com uma produção de aproximadamente 263,7 milhões de toneladas na última safra mundial, o pequeno dourado passa por diversos processos desde seu plantio até o produto final. Pesquisas ainda são desenvolvidas para descobrir novos usos e aprimorar os que já são conhecidos.
Um grão pequeno, mas que une e move a vida das pessoas. Portal Agrolink

BAGAÇO – PALHA  -  RESTOS DE MILHO E TRIGO  VÃO VIRAR ETANOL   -   O Brasil já está produzindo em laboratório o álcool feito a partir do bagaço e da palha da cana-de-açúcar.
Em cinco anos, terá início a produção demonstrativa do chamado etanol de segunda geração em escala industrial e, em dez anos, o combustível renovável estará nas bombas dos postos de abastecimento, misturado ao atual álcool de primeira geração (feito a partir do caldo da cana-de-açúcar).
A tecnologia que está sendo pesquisada para a extração do etanol de segunda geração “está vindo para ficar e vai dobrar a produção de etanol sem aumentar a área plantada”, juntando com os resíduos da palha do milho e do trigo.
Além das vantagens ambientais, Elba Bom, professora do Departamento de Bioquímica da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), enumera razões econômicas (baixo custo da biomassa; pouca necessidade de investimento em infraestrutura para transporte; diminuição da competição com a produção de açúcar); razões geopolíticas (desenvolvimento de tecnologia nacional face à concorrência internacional, que já explora etanol de segunda geração); razões sociais (vocação para o campo e geração de emprego, inclusive de pessoal qualificado); e razões de saúde pública.“Se você tem uma boa qualidade do ar [o álcool não polui como o petróleo] e uma boa qualidade da água [a produção tem menor risco de vazamento para oceanos e rios], gasta-se menos com saúde".  Agência Brasil

EMBRAPA  VAI  LANÇAR  FERTILIZANTE   -   O primeiro fertilizante organomineral fosfatado granulado, produzido dentro do projeto Rede FertBrasil, será apresentado em maio para os produtores brasileiros.
A Embrapa Solos, que coordena o projeto, desenvolveu o produto a partir de composto de resíduos de cama de frango.
A solução tecnológica é uma alternativa em fertilizantes, mas também um meio de reaproveitamento de resíduos de origem animal e vegetal.
O coordenador do projeto, o pesquisador da Embrapa Solos Vinicius Benites, diz que as avaliações de laboratório e a campo estão prontas, o que permite que a tecnologia seja transferida.
"O Sul de modo geral tem potencial para produzir o fertilizante por ter grandes produções de aves e suínos."
O composto é resultado da mistura dos minerais com a matéria orgânica que permite a planta assimilar melhor os nutrientes, evita a contaminação dos solos e da água por excesso de elementos químicos e restabelece as condições vitais do solo.
Além dessa, outras 22 tecnologias estão em andamento, sendo analisadas em laboratório.
Os resultados começam a aparecer quatro anos depois do começo da rede, que foi criada em 2008 quando em decorrência da crise econômica internacional os preços dos fertilizantes dispararam.
"A Embrapa Solos decidiu desenvolver no Brasil os fertilizantes que necessitamos para acabar com a dependência do exterior."
A pesquisa busca boas práticas para melhor eficiência, manejo e aplicação; identificação de fontes de nutrientes; e tecnologias para melhorar os fertilizantes. Correio do Povo

MALHA  FERROVIÁRIA  PRECISA  MELHORAR  MUITO   -   O movimento de cargas por meio da malha ferroviária brasileira cresceu 87,6% entre 1997 (ano em que a desestatização no setor teve início) e 2011.
Segundo estudo da Associação Nacional dos Transportadores Ferroviários (ANTF), a quantidade de carga transportada por ano subiu de 253,3 milhões de toneladas, em 1997, para 475 milhões de toneladas em 2011.
Se a comparação for feita com 2010, a movimentação registrou um aumento de 5 milhões de toneladas.
O setor registra 149% a mais de empregos entre 1997 e 2011, e uma redução de 22% no consumo de combustíveis.
De acordo com o Balanço do Transporte Ferroviário de Cargas, divulgado pela ANTF, a produtividade da malha aumentou 111,7% desde 1997.
O estudo destaca, ainda, a expansão e a modernização da frota de locomotivas e vagões, e “um salto de mais de 82 vezes” no transporte de contêineres.
“São números expressivos, muito impactantes, até porque a malha pouco cresceu nesses 15 anos.
Na ideia de revitalização da malha existente, quase nada foi feito pelo Poder Público.
As obras anunciadas em 2003 ainda não surtiram o efeito imaginado. Agência Brasil

CERRADO É A REGIÃO DE CUSTO MAIS ALTO   -   A região agrícola de custos mais altos no Brasil é o cerrado, justamente onde há maior potencial de expansão da produção agrícola.
O cerrado exige correção de solo com calcário, alto nível de fertilização e sofre com a distância dos portos, porque a logística é péssima
.
O frete de soja do Mato Grosso até o porto custa US$ 105 por tonelada (2010), contra US$ 35 no Rio Grande do Sul e US$ 18 nos Estados Unidos.
Por tudo isso, o custo da tonelada de soja do Mato Grosso em 2010 foi de US$ 336,60, bem acima do Paraná (US$ 260), do meio-oeste americano (US$ 221,20) e do pampa úmido argentino (US$ 167,30)
.
Os altos custos fazem do Brasil um produtor marginal, aquele que é o primeiro a sair do mercado quando a demanda ou os preços caem.
O Brasil só está no mercado porque o mundo precisa muito da nossa produção
.
O cenário de longo prazo é de crescimento contínuo da demanda, como o próprio relatório da Bain & Co ressalta.
A população mundial crescerá 0,7% ao ano de 2010 a 2050, e o consumo per capita somado dos cinco produtos do estudo será de 0,3% ao ano. Ou seja: haverá mais gente, comendo mais.
Resultado: a demanda agrícola global crescerá 1,1 bilhão de toneladas nos próximos 40 anos. SOU AGRO

BIOFERTILIZANTE REDUZ  CUSTOS EM 70%   -   Utilizado como adubo orgânico que permite reduzir o custo de produção em até 70% nas lavouras de milho, a aplicação de biofertilizantes durante o ano todo foi avaliada.
O fertilizante é obtido a partir da fermentação de estercos e vegetais em biodigestores e tem reduzido os custos da suinocultura, nas propriedades que associam a produção de ração e engorda dos animais.
Utilização de biodigestores pelos suinocultores de Lucas do Rio Verde foi apoiada pela unidade da Brasil Foods (BRF).
Apoio consiste em oferecer assistência técnica aos produtores.
A região conta com 40 integrados que mantem 100 biodigestores.
A Brasil Foods (BRF) defende o uso do equipamento para geração de energia - a partir da produção de gás - e dos biofertilizantes nas lavouras, sustentando que reduz os gastos.
Atualmente a aplicação dos biofertilizantes como adubo nas lavouras mato-grossenses é autorizada somente durante 6 meses do ano, coincidindo com a estiagem no Estado.
Medida objetiva evitar a contaminação das águas pelo uso excessivo do adubo líquido durante o período chuvoso.
Esses fertilizantes escorrem pelo solo e contaminam as águas, aumentando a produção de algas, além de apresentar riscos à saúde humana.
Porém, esse risco deixa de existir se os produtores forem orientados quanto à aplicação correta, contrapõe o pesquisador da Embrapa e consultor em agronegócio, Egídio Arno Konzen. “Não há restrição quanto ao uso de biofertilizantes, sendo usado com técnica”. Gazeta Digital

 

Planalto-e-Parceiros

cotril_prop

prop_CredSGPA

BANNER ALTA 1

Dia de Campo - Espadilha

DIA-DE-CAMPO-FAZ.-ESPADILHA-063

O dia de campo da Fazenda Espadilha, no município de Paranáiguara, que aconteceu dia 16, comprovou, para os 87 pecuaristas de várias regiões de Goiás, que o emprego das tecnologias disponíveis, quando aplicadas em sua plenitude, dão resultados positivos tanto na produção quanto na produtividade e lucros para o empresário.

Veja Mais...

DIA DE CAMPO EMBRAPA 009_640x480

Com temas interessantes voltados para a integração lavoura – pecuária e floresta, o dia de campo realizado pela Embrapa, no último dia 13, contou com a presença de um grupo seleto de produtores, técnicos e estudantes.

Veja mais...

Nelore Qualitas / UFG

NELORE QUALITAS 005 

Os resultados dos experimentos realizados no Centro de Avaliação de Touros, foram demonstrados hoje, dia 17, no Centro de Avaliação de Eficiência Alimentar, na área de confinamento experimental de bovinos de corte da Universidade Federal de Goiás. Juliano Fernandes, professor de nutrição de ruminantes, disse que esse trabalho envolve também alunos de graduação e pós-graduação da UFG, com base no tripé: ensino, pesquisa e extensão.

Veja mais...

Mastite

MASTITE_imagem 

Mastite é uma inflamação da glândula mamária.
Geralmente causada pela infecção por diversos tipos de microrganismos, sendo as bactérias os principais agentes.
É a doença mais importante dos rebanhos leiteiros em todo o mundo devido à alta incidência de casos clínicos, alta incidência de infecções não perceptíveis a olho nú (infecções subclínicas) e aos prejuízos econômicos que acarreta.

Veja mais...

Engorda à Pasto

CONFINA  A PASTO 019

Confinar bovinos, na época mais crítica do ano, de julho a outubro é uma prática comum no setor da pecuária de corte. Para isso uma estrutura de cercas, cochos, bebedouros,tratores, silos e tratadores se faz necessário, mesmo que tais instalações sejam bem simples.

Veja Mais

Carrapato de Boi
Pesquise no site
Diversos